terça-feira, 23 de junho de 2015

Rapper P. Diddy é preso por agressão na academia da UCLA

Músico teria atacado um dos treinadores do setor de musculação.
Rapper, de 45 anos, seria levado para prisão de Los Angeles.

Da France Presse
22 de maio — O músico e produtor norte-americano Sean J. Combs (também conhecido como P. Diddy) passa pelo tapete vermelho antes da exibição do filme 'Killing them softly'' (Foto: AFP)O músico e produtor norte-americano Sean J. Combs, também conhecido como P. Diddy (Foto: Arquivo / AFP Photo)
O rapper americano Sean Combs, conhecido como P. Diddy, foi detido nesta segunda-feira (22) no complexo esportivo da Universidade da Califórnia - Los Angeles (UCLA) por agredir uma pessoa com um peso de musculação.
Em nota divulgada on-line, a UCLA informou que "ninguém ficou gravemente ferido" e que a polícia já abriu investigação sobre o incidente.
O rapper, de 45 anos, seria levado para uma prisão do condado de Los Angeles.
O site especializado em celebridades TMZ relatou que Combs atacou um dos treinadores do setor de musculação da universidade.
Na mesma nota, o técnico de futebol Jim Mora agradeceu "pelo profissionalismo", com que a equipe reagiu ao episódio. "Foi um incidente muito infeliz para todas as partes", frisou. "Mas deixaremos que o processo legal siga seu curso", completou.
P. Diddy é um dos rappers mais importantes da atual cena musical, promotor das carreiras de Mary J. Bligde, Biggie, Usher e Lil' Kim, entre outros.

Dilma sanciona medida que viabiliza construção de 'shopping' na Câmara

Medida provisória sancionada também prevê menos tributos para igrejas.
Matéria foi criticada por senadores devido a itens desconexos com texto inicial.

Renan RamalhoDo G1, em Brasília
A presidente Dilma Rousseff resolveu não vetar normas inseridas por deputados na medida provisória 668 que permitem à Câmara firmar parceria público-privada (PPP) para construir um complexo de novos anexos, que incluem um “shopping”. O texto final da MP também inclui trecho proposto por parlamentares que livra as igrejas de recolherem a contribuição previdenciária em parte dos pagamentos feitos a padres e pastores, por exemplo.
Os dois itens foram mantidos sem cortes na nova lei assinada por Dilma, publicada numa edição extraordinária desta segunda-feira (22) do “Diário Oficial da União”.

Os trechos sancionados foram duramente criticados por senadores por não terem conexão direta com o teor original da medida provisória, que trata do aumento de tributos sobre produtos importados – parte do ajuste fiscal promovido pelo governo.
Os “jabutis”, como são chamados os artigos de conteúdo desconexo com o teor original da MP, foram inseridos durante a tramitação da proposta na Câmara dos Deputados. No caso do item das PPPs, com a proposta sancionada, tanto a Câmara quanto o Senado poderão celebrar esse tipo de parceria com a iniciativa privada, que deverá arcar com a obra e, em contrapartida, poderá explorar serviços ou áreas do empreendimento.

O artigo viabiliza a construção de mais prédios no complexo da Câmara para abrigar, além de gabinetes parlamentares, uma espécie de "shopping" com lojas, restaurantes e um estacionamento subterrâneo com 4,4 mil vagas. O valor total da obra é estimado em R$ 1 bilhão.

O outro artigo mantido no texto incluiu regra que desobriga as igrejas de recolherem a contribuição previdenciária ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) sobre os valores adicionais pagos a padres, pastores e membros de ordem religiosa. Assim, a isenção fica restrita a ajudas de custo de moradia, transporte e formação educacional.

Matrícula de aprovados no Sisu 2015 do meio do ano termina nesta terça

Alunos devem checar com universidades quais os documentos necessários.
Nesta edição, haverá apenas uma chamada de aprovados pelo sistema.

Do G1, em São Paulo
Os candidatos que foram aprovados nos cursos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) devem fazer a matrícula na instituição correspondente até esta terça-feira (23), último dia do prazo. O estudante deve acompanhar pela instituição de ensino em que foi aprovado o local, horário e documentos necessários para a matrícula.
A greve de funcionários que, desde maio, atinge 48 das 63 universidades federais afetou o sistema de matrículas para aprovados no Sisuem algumas instituições. Na sexta-feira (19), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) anunciaram que fariam pré-matriculas online para os aprovados no Sisu, já que os funcionários em greve interromperam o serviço. Há universidades, porém, em que o processo caminha normalmente. Em outras, a matrícula foi suspensa por tempo indeterminado, como é o caso da Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Segundo o calendário original do Sisu, a edição do segundo semestre terá apenas uma chamada, e os candidatos aprovados precisam garantir a matrícula na própria instituição onde foi selecionado até esta terça-feira (23).
No total, há 55.571 vagas em 72 instituições públicas de ensino superior, e pelo menos 1.095.050 candidatos se inscreveram para o processo seletivo.
lista de aprovados está disponível no site do processo seletivo: sisu.mec.gov.br.
O Sisu usa como critério de seleção a nota do candidato no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2014. O candidato pode consultar seu desempenho inserindo o número de inscrição do Enem e a senha de inscrição.
O que é o Sisu?
O Sisu é um sistema de processo seletivo, criado em 2009 pelo MEC, que usa as notas do Enempara selecionar estudantes para cursos de graduação de universidades federais e institutos tecnológicos de ensino superior.
CALENDÁRIO

Resultado
15 de junho

Matrícula
19, 22 e 23 de junho

Lista de espera
15 a 26 de junho
Qual o percentual da reserva de vagas para a Lei de Cotas?
Todas as universidades que participam do Sisu reservaram, pelo menos, 37,5% das vagas para estudantes que cursaram o ensino médio em escolas públicas. Até 2016, as instituições deverão atingir o percentual de 50% de vagas reservadas.

É preciso ter uma nota mínima no Enem para participar do Sisu?
Sim, por dois aspectos. Primeiro, será vetada a participação de candidatos que tenham zerado a redação. Em segundo lugar, o MEC esclarece que algumas instituições adotam notas mínimas para inscrição em determinados cursos. Nesses casos, o próprio sistema vai alertar o candidato durante o processo de inscrição.
Existe lista de espera no Sisu?
Os candidatos que não foram selecionados em nenhuma das suas opções de curso na chamada regular ou os candidatos que foram aprovados em sua segunda opção poderão participar da lista de espera. Estes estudantes deverão acessar o seu boletim, na página do Sisu, e manifestar interesse. Posteriormente, as universidades terão novo prazo para informar as vagas disponíveis em seus próprios sites.

A participação na lista de espera só poderá ser feita na primeira opção de vaga do candidato. A convocação dos candidatos nesta "segunda chamada" é realizada diretamente por cada uma das instituições de ensino superior participantes do Sisu. Por isso, o candidato deverá acompanhar junto à própria universidade o andamento da lista de espera.
Documentos necessários
Para se inscrever no Sisu, o candidato precisará apenas do número de inscrição e senha cadastrados no Enem. Em caso de aprovação, os estudantes devem ficar atentos à documentação exigida pela universidade para a matrícula. Esta informação estará disponível no sistema, no momento de sua inscrição.
Sisu e Prouni: qual diferença?
O Sisu é a sigla para Sistema de Seleção Unificada. Através dele, instituições públicas - sem cobrança de mensalidade - selecionam alunos tendo como critério a nota do candidato no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
O Enem também é usado em outras ações do MEC, como o Ciência sem Fronteiras, o Fies e o Programa Universidade para Todos (Prouni). O Prouni concede bolsas de estudos integrais ou parciais em universidades privadas. O foco são estudantes que saíram de escolas públicas e de baixa renda.
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Postar no Twitter sobre tema da aula ajuda no aprendizado, diz pesquisa

Pesquisa da Universidade de Miami ouviu 145 universitários.
G1 ouviu estudantes sobre o tema: maioria acha difícil manter o foco.

Do G1, em São Paulo
Mandar mensagens de texto e tuitar durante a aula podem ajudar os estudantes a se concentrarem e a entenderem melhor o conteúdo das disciplinas, segundo conclusão de pesquisa feita pelo professores Jeffrey H. Kuznekoff e Scott Titsworth, da Universidade de Miami-Middletown.

(VÍDEO: Acima, o G1 ouviu estudantes respondem ser celular ajuda na sala de aula)

O estudo foi feito com 145 universitários americanos concluiu que usar o celular durante a aula pode ser benéfico se tiver relação com o conteúdo da disciplina. Entretanto, o levantamento aponta que alunos que usaram o celular fora desse propósito tiraram notas mais baixas do que aqueles que se mantiveram focados no tema.
Se eu fosse um estudante universitário e me mostrassem que mandar mensagens de texto no celular durante a aula pudesse me prejudicar, isso me ajudaria a evitar o telefone na sala de aula"
Jeffrey H. Kuznekoff,
professor da Universidade de Miami-Middletown
Em entrevista ao G1, o autor Jeffrey H. Kuznekoff, professor de Comunicação, explica que a pesquisa surgiu da dúvida de como as notas finais dos estudantes são influenciadas pelo uso dos celulares na sala de aula.
"Se eu fosse um estudante universitário e me mostrassem que mandar mensagens de texto no celular durante a aula pudesse me prejudicar, isso me ajudaria a evitar o telefone na sala de aula", explica o professor.
Os pesquisadores testaram os estudantes pedindo para que eles respondessem a mensagens de texto sobre o conteúdo dado na sala de aula. Também foi pedido para que os universitários variassem a forma das mensagens, podendo ser uma resposta a outra mensagem ou a composição de uma nova.
A partir da pesquisa foi estabelecida uma relação direta entre fazer anotações durante a aula e o engajamento nas mídias sociais.
Isso porque, segundo os pesquisadores, ao escreverem sobre o conteúdo da aula em mensagens de texto ou no Twitter, os alunos têm um comportamento semelhante ao de tomarem notas no caderno: estão focados no que estão fazendo, processam palavras-chaves e memorizam o que é mais relevante.
BUSCA POR INTERAÇÃO IDEAL NO CELULAR
Para Kuznekoff, a interação online dos estudantes com o conteúdo da aula ainda não é a ideal e será necessária muita experimentação dos professores para ver o que realmente funciona de maneira significativa.
Ainda assim, o especialista enxerga algumas atitudes que já podem ser adotadas em salas de aula, como postar dúvidas ou comentários no Twitter para o professor responder.
"Outra maneira dos estudantes interagirem com a disciplina é postando questões antes da aula ou, em alguns casos, usando aplicativos específicos durante a aula para ajudá-los a interagirem com o conteúdo", completa Kuznekoff.
Mas enquanto os alunos parecem mais abertos às novas inovações nas salas de aula, muitos professores ainda são contra o uso de celulares enquanto explicam a matéria - inclusive o autor da pesquisa.
"Eu também não gosto quando meus estudantes usam seus celulares durante a aula, mas não posso impedir que eles os levem", admitiu.
Kuznekoff acredita que os professores devem usar a tecnologia para complementarem suas aulas. "Em uma das minhas aulas, por exemplo, eu poderia pedir aos meus alunos procurarem material extra em seus telefones e usar essas informações para nossa discussão", aponta o professor.
PESQUISA APONTA PREJUÍZOS DO CELULAR NA SALA DE AULA
Entretanto, a pesquisa de Kuznekoff e Titsworth aponta que mandar mensagens sem relação com o conteúdo da aula ou com muita frequência pode interromper o aprendizado.

O estudo também indicou que aqueles que tuitam com frequência sobre assuntos não relacionados a aula tiram notas mais baixas do que aqueles que postam o que estão absorvendo na rede social.

Número de mortos em onda de calor no Paquistão supera 450

A maioria das mortes aconteceu em Karachi, a maior cidade do país.
Temperatura alcançou 45 graus e houve corte de energia e água.

Da France Presse
Mulher abana filho do lado de fora de hospital em Karachi, no Paquistão, nesta terça-feira (23), em meio a onda de calor que já matou centenas de pessoas no país (Foto: Akhtar Soomro/Reuters)Mulher abana filho do lado de fora de hospital em Karachi, no Paquistão, nesta terça-feira (23), em meio a onda de calor que já matou centenas de pessoas no país (Foto: Akhtar Soomro/Reuters)
A onda de calor que afeta o sul do Paquistão matou mais de 450 pessoas nos últimos três dias, um balanço duas vezes maior que o divulgado anteriormente, anunciaram as autoridades.
A maioria das mortes aconteceu em Karachi, a maior cidade do país, com 20 milhões de habitantes, onde a temperatura alcançou 45 graus e muitos problemas foram registrados na rede de energia elétrica, o que afetou o fornecimento de água.
A onda de calor é similar a que afetou a vizinhaÍndia nas últimas semanas, a segunda mais importante da história do país e que deixou mais de 2.000 mortos.
"Mais de 450 pessoas morreram em consequência do calor intenso nos últimos três dias", afirmou à AFP o médico Sabir Memon, funcionário do governo da província de Sindh, que tem Karachi como capital.
Pelo menos 10 pessoas morreram fora de Karachi, segundo uma fonte da secretaria de saúde.
A onda de calor deixou outros 10 mortos ao norte, na província de Punjab.
O porta-voz da Autoridade Nacional de Gestão de Catástrofes (NDMA), Ahmed Kamal, anunciou à AFP que o governo pediu ajuda ao exército e aos Rangers, uma força paramilitar, para ajudar as vítimas.
O governo de Sindh decretou estado de emergência nos hospitais, convocou os médicos que estavam de férias e aumentou os estoques de remédios.
Os efeitos da onda de calor coincidem com o Ramadã, durante o qual os muçulmanos praticantes permanecem em jejum entre o nascer e o pôr do sol.